Belém 405 anos

Bruno Farias – @imagens_aereas_belem / @brunoune

Em 1616, Francisco Caldeira Castelo Branco, antigo Capitão-Mor do Rio Grande do Norte, um dos heróis da expulsão dos franceses do Maranhão, foi quem comandou a expedição que chegaria às margens da Baia do Guajará, ao lugar que hoje é chamado de Forte do Castelo. No dia 12 de janeiro, os portugueses iniciaram a colonização no “Império Amazonas”.

                             Forte do Presépio – Foto Fernando Sette Câmara

Santa Maria de Belém do Grão Pará é devoção. É o calor que emana do esforço de um povo acolhedor, reconhecido pela fé que transformou uma homenagem à padroeira Virgem de Nazaré, na maior manifestação religiosa do país. Belém é a cidade do Círio de Nazaré, um dos maiores eventos religiosos do mundo, que durante quinze dias, vivencia a palavra do evangelho em sua totalidade. O rio, que também é rua, recebe uma das procissões mais bonitas da programação. A romaria fluvial. Afinal, às margens do Rio Guamá, Belém é composta por um arquipélago de 39 ilhas que correspondem a 65% do território da capital paraense. Segundo o IBGE, a cidade tem cerca de 1,5 milhão de habitantes e é também o polo industrial do estado do Pará.

                          Yêda Sousa – ASCOM Basílica Santuário de Nazaré

É cultura. Das influencias indígenas e portuguesas, a cidade reúne a peculiaridade turística de um lugar localizado na Amazônia e das facilidades de uma grande metrópole. As construções coloniais e ao estilo da Belle Époque, a culinária tradicional, as fortes origens indígenas, o carimbó e as festas típicas da região.

                           Bruno Farias – @imagens_aereas_belem / @brunoune

É culinária. Em 2017, a cidade foi a primeira capital da Américas a sediar o Encontro das Cidades Criativas, um evento gastronômico internacional promovido pela Unesco. Os principais pratos da região são: pato no tucupi, tacacá, vatapá, maniçoba, açaí etc.
É arquitetura. Principal referência da presença portuguesa na Amazônia. A arquitetura dos bairros mais antigos reflete essa herança do período colonial. Fachadas revestidas de azulejos e cores vibrantes são marcas da vida das pessoas daquela época e contrastam com a correria dos dias de hoje. A capital do Pará está presente nos livros de história por ter nascido da exploração do pau-brasil, árvore que deu origem ao nome do país. Desde então, cresceu impulsionada pelo extrativismo de riquezas, como a borracha.

Que Nossa Senhora de Nazaré, Rainha da Amazônia, interceda pela cidade do Círio de Nazaré, Belém do Pará!

Texto: Yêda Sousa – ASCOM Basílica Santuário de Nazaré

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